ITAITUBA/PA - PRESOS OS ASSASSINOS DO ATLETA MUCUTA

Assassinos do atleta “Mucura” são presos em uma operação realizada em Itaituba



Em uma operação realizada por Policiais Civis da 19ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Itaituba e Militares do serviço reservado do 15ºBPM, cumpriu com êxito três mandados de prisão preventiva contra os elementos que mataram o jogador de futebol “Mucura”, em Itaituba.

A operação foi realizada na noite de quinta-feira, 12/12/19, por volta das 23h, na comunidade de Barreiras, a cerca de 70 km de Itaituba. Os três elementos foram presos em uma casa na comunidade, e foram identificados como Abraão da Silva Sabino, de 27 anos, Antônio José Almeida de Souza, o “Nezinho”, de 18 anos e Lazaro Almeida de Souza, de 22 anos. 

Os três presos Antônio José, Lazaro Almeida e Abraão da Silva

Os três confessaram que mataram o atleta “Mucura” a golpes de faca. Eles alegaram que a motivação para o crime, foi de que, “Mucura”, teria ameaçado de morte Lazaro Almeida, que é irmão de Antônio José. Esta foi a versão apresentada por eles à imprensa de Itaituba na manhã desta sexta-feira, 13, na 19ª Seccional. 

As facas usadas no crime

Em entrevista à imprensa o delegado Ricardo, presidente do inquérito policial, disse que a motivação apurada pela polícia civil, foi de que uma briga familiar teria resultado na morte do atleta. “Mucura” tinha um caso amoroso com uma mulher identificada por “Conceição”, familiares da mesma não aceitavam o relacionamento, e no dia do crime teriam discutido com Conceição, que envolveu o nome da vítima na discussão".



Ainda segundo o delegado, os três já tinham escapado uma vez de uma incursão realizada pelos policiais, “Eles estavam escondidos em um barraco em uma ilha próximo à comunidade e, naquela ocasião quando avistaram os policiais chegando ao local, conseguiram fugir, porém, retornaram para a comunidade de Barreiras; foi quando fomos avisados do paradeiros dos três, montamos a equipe novamente e realizamos a incursão, e dessa vez conseguimos prender os três”.

(DPC: Ricardo)

O delegado ressaltou que ainda estão verificando a versão dos três, a de que a vítima teria ameaçado um deles, através de uma chamada de vídeo. Os três serão autuados por homicido qualificado e, se condenados, poderão pegar de 12 a 30 anos de prisão.

Por Junior Ribeiro


Junior Ribeiro

Postar um comentário

0 Comentários