8 de novembro de 2021

ITAITUBA/PA - MAIS UMA ITAITUBENSE É ATACADA POR PIRANHA NA PRAIA DO ARAMANAY

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A vítima, Crislaine de Oliveira, na praia em que foi atacada (Foto: Reprodução)

Na tarde do último domingo (07), por volta de 15h, um novo ataque de piranha foi registrado na Praia Aramanay, em Itaituba, sudoeste do Pará. A vítima, uma professora identificada como Crislaine de Oliveira, foi atacada enquanto se banhava no Rio Tapajós.

Segundo informações da vítima, ela estava tomando se banhando no rio quando sentiu uma fisgada em sua perna e saiu da água rapidamente, foi quando percebeu que tinha sido atacada por uma piranha.

“Eu gritei e saí da água assustada. Quando olhei para a minha perna esquerda vi um buraco profundo na altura da minha canela; tomei um susto, foi uma abocanhada, muito rápida, rápida mesmo”, disse a professora. A vítima foi socorrida pelos militares do 7ª Grupamento de Bombeiros Militar, que estavam no local, e levada para o Hospital Municipal de Itaituba (HMI). 

A professora relatou, ainda, que a mordida foi muito profunda e precisou levar mais de 30 pontos. “De início imaginei que não fosse possível pontear, devido a profundidade da mordida, pensei que iriam ter que fazer enxerto, mas graças a Deus não foi preciso", conta a vítima, que está se recuperando em casa e passa bem.

Esta não é a primeira vez que se relatam ataques de piranhas na praia do Aramanay. O primeiro caso registrado foi o da jovem Welida, de 24 anos, que teve parte de um dedo do pé arrancado pelo peixe. De lá para cá, outros 12 casos foram registrados, sendo o último, neste domingo (08), onde mais um banhista foi atacado, possivelmente por uma piranha.


Welida Vale de Meneses, de 24 anos, outra vítima 
atacada em 17/10/2020 - Imagem: OLiberal

A vítima teve foi mordida embaixo do pé direito. Ele recebeu atendimento médico ainda na praia, e foi liberada.

O correto, em regiões onde elas se concentram, é entrar na água arrastando o pé, além de evitar comer próximo ou jogar restos de alimentos nas margens”, relatou Alexandre, militar do Corpo de Bombeiros.

Após a mordida, é necessário fazer uma série de procedimentos, que vão impedir a ação do veneno, limpar o tecido morto e combater a ação das bactérias. Tem casos que levam até três meses para cicatrizar.

O administrador desde blog frequentou por longos anos a praia do Aramanay onde mantinha uma barraca e, nessa época, nunca houve qualquer tipo de ataque aos banhistas, apesar de ficarmos banhando até por volta das 19 horas; uns dizem que tais ataques se devem à quantidade de alimentos-lixos jogados na praia; outros, dizem que não há nenhuma relação entre o que se joga no rio com tais ataques. Porém, pode-se afirmar com toda certeza que os ataques começaram quando aumentou substancialmente a quantidade de frequentadores na praia.

Outra vítima das piranhas, mas que não teve seu nome revelado
 - Imagem: OLiberal

Fonte: Portal Giro com informações de Junior Ribeiro e o Liberal

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