ITAITUBA/PA - INTERNAUTA ACUSA ATENDENTE DA CAIXA E BLOGUEIRA POR COBRANÇA ABUSIVA EM PRESTAÇÃO DE SERVIÇO

(Foto: Reprodução)

Uma internauta identificada como Alana Pereira, usou as redes sociais para denunciar supostas irregularidades no recebimento do benefício emergencial de R$ 600, em Itaituba. O benefício já havia sido aprovado a ela via aplicativo, mas o recebimento do dinheiro estava dando erro.

Segundo Alana, por várias vezes ela buscou formas práticas, rápidas e seguras de sacar o benefício. Porém, todas as tentativas foram sem sucesso. Alana chegou até mesmo ir à agência da Caixa Econômica Federal de Itaituba para conseguir efetuar o recebimento do auxílio, porém, segundo ela, também nada foi resolvido. “O atendente ‘tentou’ fazer o que precisava e, segundo ele, meu documento de RG estava inválido (feito em outro estado)”.

No relato, Alana diz que após as “tentativas frustradas”, retornou para casa e tentou outros meios, haja vista que amigos e familiares próximos já haviam conseguido e ela, que tentava as mesmas fontes, não conseguia.

Posteriormente, navegando em uma rede social, Alana viu um anúncio de uma blogueira, que seria bem conhecida da cidade. O anúncio dizia “Receba o seu auxílio em casa”, logo, chamou atenção de Alana, que fez contato com uma pessoa (o intermediador), na qual constava no anúncio, por meio de mensagens no whatsapp.

De acordo com Alana, a pessoa afirmava que daria um jeito para que ela recebesse a primeira parcela do benefício. No mesmo instante o intermediador levou ela até a Caixa, e ao chegar na Agência, segundo relatos de Alana, tinham duas mulheres na porta esperando ela com uma ficha escrita à mão. As mulheres direcionaram Alana até o atendente, que rapidamente, cerca de 30mim, gerou um código com o mesmo documento de RG, que segundo um outro atendente estava inválido, e a ficha de saque.

Com isso, Alana conseguiu efetuar o saque do benefício no valor de R$ 600 e, ao sair, o intermediador que levou Alana ao banco, estava esperando-a para levá-la de volta à sua casa.

Ao chegar em sua residência, Alana questionou sobre o valor dos serviços; foi quando o intermediar disse que eram R$ 75 para ele e R$ 125 para o atendente da Agência da Caixa, somados o valor é R$ 200. Alana resolveu pagar, já que os serviços já tinham sido realizados, mas, segundo ela, pensou sobre o fato e percebeu que poderia se tratar de um crime.

Desta forma, Alana resolveu expor nas redes sociais, pois, segundo ela, estão se aproveitando das pessoas de pouco conhecimento e de outros que estão necessitando receber o auxílio emergencial. “É um direito meu e de outras pessoas sendo violados. E como todo crime precisa ser denunciado”, relata a mulher.

Após a publicação, a empresa prestadora do serviço, que atendeu Alana, entrou em contato com ela, para esclarecer os fatos. Segundo a empresa, não era para o intermediador, que era funcionário da empresa, ter cobrado o valor de R$ 200, era apenas R$ 50, que fazia parte do serviço da empresa, em buscar a pessoa, levar até a caixa e depois deixar de volta em sua residência. A empresa então devolveu os R$ 150 reais para Alana. (Fonte: Portal Giro)

Nota do blog: Não é crime cobrar por um serviço prestado, pois todo serviço tem um custo, seja operacional, de material e/ou humano e, quem solicita o serviço deve pagá-lo. O que faltou às partes foi fazerem o acerto antes da utilização do serviço. A senhora Alana Pereira, conforme relatos dela, diz que tem direito ao auxílio e afirma que “É um direito meu e de outras pessoas sendo violados. E como todo crime precisa ser denunciado”. Ora, pelo relato da suposta 'vítima', nenhum direito dela foi violado, pois recebeu corretamente seu auxílio através de uma prestação de serviço que, a conduziu no trajeto de sua residência-agência bancária-residência. Vale ressaltar que, comforme relatas de Alana, ninguém a forçou contratar os serviços da blogueira. Portanto, não há crime e que fique a lição às partes para, da próxima vez, acertarem os valores do serviço.

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2 Comentários

Duarte disse…
No meu ver ouve crime pois quem garante que quem levou ela na agência não deu uma parte do que ganhou da Sr Alana para a atendente da caixa ,sendo que a atendente já recebe para atender os clientes da agência .
NSussuarana disse…
Por esse lado, do atendente ter cobrado para prestar um serviço, tudo bem, mas o fato da Alana ter sido levada de sua casa ao banco e vice- versa, e ainda a terem esperado, tem um custo. Ou ela achou que seria tudo de graça? Veja que a Alana estranhou a presença do motoqueiro no banco para levá-la de volta à sua casa.